Ainda ensinando/still teaching

Meu pai veio passar uma semana comigo, inclusive seu aniversário de 81 anos. Eu tenho conseguido ser bem mais compreensivo com ele, fruto de tratamento psiquiátrico e psicológico que fiz/faço. Mas ainda assim de vez em quando moto que estou sendo muito duro na abordagem de alguns temas. Em uma conversa que tivemos ele me deixou claro como é ruim ser tratado como incapaz ou ter que ouvir um filho se alterar por algo que ele já não tem controle devido a idade.

Sim, com 81 anos, meu pai ainda me ensina a ser mais tolerante, educado e amoroso. E me faz pensar, como é ruim tratar alguém com o tipo de tratamento a que essa pessoa não foi acostumada.

Enquanto nós tratamos o velhinho como incapaz, ele segue nos ensinando a ser mais capazes.

My dad came to spend a week with me, including his 81st birthday. I have been able to be much more understanding with him, as a result of the psychiatric and psychological treatment I did/I do. But still every now and then I say that I’m being very tough on some topics. In a conversation we had, he made it clear to me how bad it is to be treated as incapable or to have to hear a child change for something he has no control over due to age.

Yes, at 81 years old, my father still teaches me to be more tolerant, polite and loving. And it makes me think, how bad it is to treat someone with the kind of treatment that person is not used to.

While we treat the old man as incapable, he continues to teach us to be more capable.

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Se até jornais são tendenciosos, imagine eu.

Sou extremamente desfavorável à que se faça exercício ilegal de função, principalmente na área do jornalismo. Agora no Brasil, não é mais obrigatório cursar faculdade de jornalismo para se dizer jornalista. Azar o nosso que agora recebemos opiniões pessoais como se fossem fatos, manchetes fabricadas para favorecer quem paga por isso e isso em veículos que se dizem jornalísticos e informativos.

Como se já não bastasse termos políticos que nada sabem de política… Sim, deveria ser necessário para toda e qualquer função pretendida, que se comprovasse o conhecimento necessário para tal. Hoje qualquer pessoa com um celular na mão, se diz jornalista e para ser um político de sucesso, basta saber jogar futebol ou andar de jet-ski. Pior é que tem alguns que nem isso sabem.

Até medicina, tem políticos exercendo sem conhecimento algum. Vão na televisão prescrever ivermectina e cloroquina para tratamento antiviral. Isso deveria ser tratado no mínimo como exercício ilegal da medicina ou mesmo como tentativa de genocídio.

Mas de quem é a culpa por isso? Da população que aceita e apoia este tipo de coisa, dando cargos públicos a doentes despreparados e dando audiência para falsos jornalistas. Se imaginarmos que jornalistas formados as vezes não sabem exercer a função, quem dirá os que não tem conhecimento acadêmico algum.

Tomemos cuidado com as “notícias” que lemos. Tem alguns “religiosos” vendendo espaços em jornais para “políticos” despreparados ditarem suas verdades.

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Mesmo sem detalhes, dá para saber exatamente o que a imagem diz.

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